Matriz de Compliance: Saiba tudo sobre o assunto!


A principal importância da Matriz de Compliance para a manutenção do bem estar interno e externo das instituições é que ela auxilia no cumprimento das leis e das regras gerais que cuidam da empresa.

O que é Matriz de Compliance

O termo Matriz de Compliance está diretamente relacionado com fato da conformidade e aceitação das leis e regulamentos internos e externos de uma empresa, o que significa, também, acima de tudo, o dever que cada colaborador tem no âmbito de uma instituição para garantir o bem estar individual e coletivo dentro dos parâmetros referenciados.

O termo Matriz de Compliance está diretamente relacionado com fato da conformidade e aceitação das leis e regulamentos internos e externos de uma empresa.

Matriz de Compliance

Riscos de Compliance

Já o Risco de Compliance está ligado à ameaça de sanções regulatórias ou legais, que podem ocasionar em perdas financeiras ou do comprometimento da imagem de uma instituição, gerado, também, por falhas ligadas ao cumprimento da aplicação de regulamentos, legislações, além do código de conduta e boas práticas dentro da administração e governança de uma empresa.

Grupos da Matriz de Compliance

A Matriz de Compliance é dividida em dois grupos que determinam a regulamentação, sendo um deles o gerencial, que está relacionado com a governança da instituição e com as responsabilidades normativas internas que delimitam e gerem as práticas dentro da empresa, e o outro grupo é o legal, relativo aos deveres regidos pelas normas padronizadas pela legislação e que também regem a matriz.

Ela é separada em diversos níveis que são responsáveis pelo gerenciamos das normas, sendo eles o nível estratégico, composto por um conselho deliberativo que aprova a política de controles internos, o nível de controles da gestão e fiscalização, é representado pelo conselho fiscal que monitora e supervisiona os atos da gestão, o nível gerencial e de gestão, ligado a diretoria executiva, que executa a política de controles internos e aplica as regras legais e normativas, já o nível operacional, composto pelos gestores, cuida da operação dos processos e demandas normativas internas e legais.

A Compliance legal tem por objetivo garantir que sejam atendidas todas as obrigações legais e que todos os recursos possam ser utilizados da maneira mais adequada para que o EFPC não corra riscos.

Controle de desempenho interno certifica que os controles e ações sejam colocados em prática para que possam ter bons resultados para a instituição e suas pretensões, além de estar em conformidade com a EFPC e suas percepções sobre os riscos do negócio.

Já o Controle de Informação e monitoramento faz com que a gestão designe a metodologia para medir e comunicar os resultados e controles dos diversos níveis da instituição com a intenção de diminuir os riscos relacionados às finanças e ao reconhecimento e reputação dela.

Dentro de todos esses parâmetros o Conselho Deliberativo tem como funções aprovar o código de ética, o orçamento anual, o plano de custeio, aprovar reformas estruturais, de regulamentos dos planos, entre outras obrigações, o Conselho Fiscal monitora os atos da gestão, avalia o monitoramento dos riscos, relata os controles internos semestrais, entre outras demandas e a Diretoria executiva monitora e organiza a execução das atividades providenciais, administrativas, entre outros encargos.

Como implantar compliance

Para a correta implantação das normas de compliance em uma companhia é necessário seguir os 06 principais pontos:

  1. Disseminar a cultura do compliance;
  2. Estabelecer Metas;
  3. Identificar riscos e criar código de conduta;
  4. Treinamentos e comunicação;
  5. Ações de Incentivo;
  6. Avaliar e monitorar.

Confira o processo de implantação das normas de compliance na integra. Acesse aqui.

Conclusão

No geral, a Matriz de Compliance auxilia no controle e monitoramento dos riscos que decorrem do descumprimento da regulamentação, seja ela interna, ligadas as regras de conduta estabelecidas pela própria instituição, ou pelas leis que estabelecem as condições adequadas para a manutenção do funcionamento e qualidade da empresa.


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