Com origem nos EUA, na virada do século XX, compliance vem de "comply", que significa “agir em sintonia com as regras”, o que torna o termo autoexplicativo.
Ao pé da letra, compliance é agir em linha com normas, controles e todas as regras impostas por órgãos de regulamentação.
No início, a atividade era voltada, principalmente, para instituições financeiras, como assessoria jurídica. No entanto, com o tempo, empresas vieram a notar que era impossível implementar processos externos sem conhecer processos internos.
Como criar uma área de compliance?
- Elaborar um código de condutas a serem seguidas de forma simples e compreensível para todos.
- Instaurar a área de endomarketing, responsável por veicular a importância do cumprimento de regras. As ações podem ser feitas por mensagens, e-mails, mural, lembrando os funcionários do código estabelecido.
- O Núcleo Gerencial da empresa deve agir com justiça e ética. Ganhar espaço no mercado, sem abrir mão de seus valores é algo que deve ser sempre reforçado na empresa.
- Mostre ao público que a empresa não se envolve em atos imorais.
Quais os benefícios que traz para a empresa?
- Confiança e credibilidade perante aos clientes e demais.
- Auxilia empresas que buscam exportar.
- Aumento geral, tanto na eficiência, como na qualidade de produtos e serviços.
- Melhoria no ambiente e na harmonia entre gestores e funcionários da corporação.
É possível observar que as atividades do compliance implicam, diretamente, na forma de atuação de uma empresa. A implementação de controles em processos internos permite que a equipe se previna e antecipe-se em casos de fraude.
Uma empresa que implementa os processos necessários e estrutura um departamento de compliance consistente aumenta sua competitividade no mercado de forma responsável.
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